@mjaneai E viva Alexandra Elbakyan! :D
@prof_adrian isso que é curioso: é possível fazer pesquisas detalhadas, mas não visualizar
Grande parte do acervo do Google Books foi escaneado, mas permanece inacessível para consulta pública (livros "sem visualização")
Haveria algum meio de superar isso?
Jamais houve uma biblioteca tão ampla e jamais se doou informação com tanta gratuidade; e então os detentores dessa informação fecharam boa parte dela ao público.
@gojonnes me parece que a concepção desses engenheiros de software sobre comportamento humano está cada vez mais equivocada. Fui clicar no teu post e me apareceu vários entraves do jetpack para chegar nele (e não consegui). Aí vi esse seu post sobre uma AI que fica em cima do usuário. Cadê aquela internet que deixava o usuário sem tanta interferência?
@choquei se bem entendi, SP tb está macomunado com a Multilaser...
Brasil tem menos servidores que EUA, Europa e países vizinhos
Estado inchado é mito, dizem especialistas: municípios têm dificuldade de preencher vagas qualificadas e órgãos federais estão com falta de pessoal
(A Folha descobre o óbvio)
Trabalhar com pesquisa exige um tônus imenso de dedicação. Aí, quando você começa a pegar o ritmo, chega alguma demanda (quase todas, desnecessárias) para quebrá-lo.
Não é à toa que muita gente, quando pode, encastela-se na pós-graduação.
E também não é à toa que, do outro lado, há quem fique na graduação, reduza sua vida à burocracia e puxe para baixo qualquer um que queira fazer pesquisa.
Post muito interessante mostrando que a polícia dos EUA se ocupa mais em outros expedientes ligados a vigiar e controlar a população (especialmente a desfavorecida) do que combater o crime.
O interessante é que já nos anos 1970, o filósofo Michel #Foucault demonstrava precisamente isso: a polícia foi criada como uma espécie de controle disciplinar e populacional, como uma camada do "poder" suplementar à do poder soberano e jurídico, visando normatizar as condutas para além dos simples decretos escritos. Não é à toa que sua função principal era a de evitar saques e proteger o patrimônio da burguesia crescente e da nobreza decadente.
Que se veja o brasão da polícia do RJ, por ex: foi concebida como milícia para proteger especialmente os produtores de açucar e café.
@lgrando123@sciencemastodon.com
Estive na época dos protestos no Chile, e vi as pessoas indignadas com ameaças reais de descongelamento das geleiras nos cumes das montanhas e falta d'água devido à mineração. Também vi lugares naturais sendo interditados à visita por haver ali extração predatória de lítio.
Parece mais um capítulo desses 500 anos de história: mais uma vez abrindo as portas para que nossa américa latina seja protagonista naquilo que ela mesma possui, ou percamos essa oportunidade.
@lgrando123@sciencemastodon.com @rmx
Eu era uma criatura do rss até cair nessa coisa do facebook, após algum uso do twitter tb. Os dois me enterraram os rss
Agora o movimento é de contrafluxo.
Infinito, Iguaba, Rio de Janeiro #silentsunday #photography #photographersonmastodon #askesisphoto #riodejaneiro #brasil
Há alguns dias um estudioso de mídia russa divulgou um estudo seu mostrando como a imprensa, por lá, oscila as posições para passar por debaixo dos panos certas pautas de Putin. Ele mostrava como a palavra "terrorismo" se associava com certos padrões da imprensa ligados à OTAN.
Respondi: não é o exatamente o inverso na mídia da OTAN?
Ele ridicularizou, pedindo que eu lhe mostrasse um só canal de mídia que fosse de alguma coisa chamada "OTAN". Outro veio em apoio e me chamou de ignorante.
E *la nave va*.
Mas o impressionante, nisso tudo, é como certas questões são negligenciadas.
Giuliano da Empoli, num livro chamado *Engenheiros do Caos*, mostra como, para além das oposições, circula na política mundial certas confluências, por exemplo em hábitos políticos nacionalistas, mídia etc.. Ele chamou esse movimento transnacional de **internacional nacionalista** (para contrapor aos termos afins à "internacional comunista"). O termo inclusive tem ressonâncias do que Hannah Arendt c hamava de "internacional fascista".
Há certas coisas difíceis de não fazer corresponder na ultradireita de vários países (ou em ressonâncias dela), e uma delas é a polarização idiotizada das diversas imprensas (idiotia: vem do grego *Idios*, particular, próprio, privado "meu" em detrimento de uma comunidade). Daí a curiosa ideia de um nacionalismo internacionalizado.
Mas para alguns especialistas, o caminho é o da ironia e da negação.
Interesses: História da #Filosofia, História das #CiênciasHumanas, História da #Psicologia, Michel #Foucault. Também por #arte, #natureza e #fotografia.
Posto: o que vejo diante dos olhos, nessa curta vida. Compartilho links e coisas que me interessam, interajo, guardo informações, cito trechos, conjecturo, separo coisas para ler...
tootfinder