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Tenho achado surpreendente o "poder" dos símbolos para as pessoas elaborarem seus problemas. Não num sentido junguiano, como se o homem tivesse uma série de arquétipos cuja expressão o encaminharia a algo como um Self, mas num sentido levi-straussiano: os símbolos nos ajudam, quase como em rituais de pajelança, a dar significado ao que não parecia elaborado, a dar nome ao que parecia pouco claro em nós mesmos e em nossa relação com o mundo.

Disso, considero curioso como os psicólogos se distribuem nesse uso dos símbolos: uns, "ateus", os minorizam, enquanto outros, fiéis em alguma coisa, fixam-se em alguma abordagem que legitime de algum modo uma fé (como junguianos, estudiosos de Edith Stein etc.).

Entre uns e outros há o largo rio do símbolo.

9:03 am, 27°C, inverno, sensação de 29°C e subindo.

Nessas horas lembro da esquizofrenia mental dos jornais, reportando crise climática nos países ricos e praia no Arpoador (algo super acessível a todos os brasileiros, especialmente cariocas longe da zona sul)

Notícias quentinhas, direto do zapzap: o STF fará votações secretas sem informar à população; Lula baixará um decreto de expropriação possível de qualquer propriedade privada no Brasil (seu quintal ou até meio capim chamado sítio sera tomado pelo Loooola!); e qualquer coisa herdada será taxada de um jeito que, bom mesmo será não receber herança alguma 🤡

Vendo que ainda existem olavistas a única saída que resta é notar que o uso da razão não foi só deslocado, mas enterrado. Não é uma questão de convencer pessoas, pois se o fosse, os olavistas seriam obrigados a examinar a coprolalia do mestre, e simplesmente deixariam de ser olavistas.

Agora, se é preciso que alguém largue o que está fazendo de útil, e tenha que "convencer" olavistas, além disso ser uma má idéia (eles já não quiseram ser convencidos antes), é uma imensa perda de tempo.

A regressão mental olavista é tão grande que retrocede a antes da criação da filosofia na Grécia, pois ali, ao menos, havia a iniciativa de que a razão poderia convencer alguém.

Mas no fundo, essa regressão mental não é culpa do Olavo. Ele apenas surfou numa onda que é da nossa época.

Cahier L'Herne

Written and Said  
"DELEDALLE (Gérard), Histoire de la philosophie américaine. De la guerre de Sécession à la Seconde Guerre mondiale. Préfaces de Jean Wahl, professe...

!

Project Gutenberg  
#OTD in 1911. French poet Guillaume Apollinaire is arrested and put in jail on suspicion of stealing the Mona Lisa from the Louvre museum but was r...

Na universidade, qualquer convite que recebo eu trato com o mesmo grau de importância. Não importa o índice Qualis da revista ou o grau de formação de um grupo ou popularidade de um evento, lá estou eu fazendo a mesma coisa.

Mas me espanta muito, imensamente, ver colegas fazendo gradações de valor sobre onde eles participam. Como se eles mesmos separassem o que fazem entre ações "gourmet" e "as outras".

Assim, há quem publique artigos, ou realize falas, com frouxidão e até erros conceituais, a depender do que faz. Sem contar as quebras de combinado.

Isso não é apenas anti-ético. Quem separa as próprias ações assumindo baixa na qualidade está comprometendo a própria universidade, pois o que margeia as universidades públicas, que realizam quase tudo o que há de pesquisa no Brasil, é um mar de má qualidade, permeado por práticas que vão do coaching ao proselitismo religioso, à doutrinação política e à desonestidade intelectual.

Marcio LM boosted

extra.globo.com/blogs/extra-ex

Projeto que extingue a Uerj será votado nesta semana em comissão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

Os ataques não param, querem destruir e vender tudo!
Pessoal do estado do Rio, fiquemos atentos para fortalecer as mobilizações em defesa da UERJ!

Bem que o Ifood do RJ poderia obrigar os fabricandes de sanduíche chamarem o X-Tudão do que ele realmente é: um X-tudãozinho

Marcio LM boosted

Me passaram o link para esse formulário google intitulado "Manifesto Contra o Projeto de Extinção da UERJ".
Não menciona nem é assinado por nenhum grupo, entidade ou movimento.
Deixo aqui caso alguém se interesse em assinar.
(Eu assinei, com um email secundário.)

docs.google.com/forms/d/e/1FAI

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Marcio LM boosted

“Ajam de modo a fazer com que o aroma de suas ações realce a doçura geral da atmosfera”

An unpublished primary source of Michel , transcribed from his lessons from 1954-1955 at École Normale Supérieure and annotated by Jacques Lagrange: *Problèmes de l'Anthropologie*, published in Espaço Michel Foucault:

- Link [Espaço Foucault](michel-foucault.weebly.com/upl)
- [Direct](philarchive.org/go.pl?id=FOUPD) link [Philpapers](philpapers.org/rec/FOUPDL)

@PhilosophicalPsychology @philosophy @philosophyofscience @psychology

Um amigo africano mudou a percepção de mundo de todo mundo na universidade. Acabou com a autopercepção de que seríamos ocidentais (pois somos vistos como latino-americanos pelos gringos "ocidentais") e de que ouvimos música internacional (via de regra é americana ou ligada a algo dos EUA).

O mundo ficou muito mais interessante desde então, e as cores do Brasil muito mais bonitas. E o sul do Brasil, cada vez mais estranho 🤡

> O moinho de mão dar-vos-á a sociedade com o suserano; o moinho a vapor, a sociedade com o capitalista industrial" (Marx, *A miseria da Filosofia* in Braverman, *Trab e Capital Monopolista*, p. 27)

Harry Braverman criticando, lá atrás, o mútuo co-pertencimento do capitalismo e do socialismo soviético aos mesmos esquemas industriais - comentando, portanto, sobre certa impossibilidade da URSS dar certo.

E de quebra, Marx parece apontar aalgo mais: e uma sociedade a partir de outras tecnologias - em nosso caso agora bem concreto, o da tecnologia informática -, seria que tipo de sociedade?

Parece aí que, em nossos dias, seja o anarcocapitalismo e os neofascismos que estão tomando a dianteira.

“É estranho como felicidade e desdita, momentos preciosos e penosos, alegria e dor se confundem quando aprecio tudo à distância. Nas recordações, todos os acontecimentos miraculosamente se banham num cálido raio luminoso, sendo ofuscados mesmos os dias da miséria com a luz do sol. Embora não tenha encontrado o encantado ‘País da Felicidade’ em minha peregrinação terrena, predominou a abundância do belo que o bondoso destino me ofertou.” - Reinhard Maack

Alguém explica o sul aí. Cadela do fascismo sempre no cio.

Integrantes do MBL invadem Reitoria da UFPR, usam spray de pimenta e deixam mulheres feridas

plural.jor.br/noticias/vizinha

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