'Mas dizia que a mudança contratual na concessão correspondente à Praça do Martim Moniz foi assumida por muitos cidadãos e grupos como uma oportunidade para reclamarem a praça na sua totalidade. Essa vontade era clara e irredutível. Todos os envolvidos – privados e CML – tiveram de recuar no que estava acordado e reconhecer aquele direito.'
https://www.publico.pt/2023/09/20/opiniao/opiniao/paiva-couceiro-praca-gente-madura-2063922