"Em vez de encarar um conflito que é real, o Chega intensifica potenciais conflitos irrelevantes: entre o povo e a comunidade cigana, entre os portugueses e os imigrantes, entre quem é de bem e a comunidade LGBTQI+ ou entre os cidadãos e os políticos que, já se sabe, são todos uns corruptos. A fórmula é simples, mas pelos vistos eficaz. As pessoas gostam de ter inimigos e a quem culpar pelos seus infortúnios, o Chega tem uma lista de inimigos em carteira para apresentar."