Sim, isso que vc disse é profundo, há vários autores escrevendo sobre.
Um dos exemplos mais notáveis, me parece, é o do Giuliano da Empoli, que em "Os Engenheiros do Caos" chama esse fenômeno de uma "internacional nacionalista" (embora Hannah Arendt já havia antecipado as mesmas coisas sob o termo "internacional fascista")
@askesis Na realidade é a mesma máquina em todo o planeta. Os candidatos não são idênticos porque não é necessário mas o resultado é o mesmo porque o objetivo final é o mesmo:lucro.
Não gosto de falar do caso da Ucrânia porque a invasão Russa mudou radicalmente o assunto (foda-se o Putin). Mas era igual: um candidato “anti sistema” que “não era do grupo habitual” apareceu do nada, bombou na internet misteriosamente e começou a servir interesses de investidores ocidentais.