Show newer

Alguém aí manja de ?

No arquivo YML, como seria possível configurar submenus?

Eu gostaria, por ex., que o mouse, ao pairar ou clicar sobre um dos ítens de um menu principal, abrisse um sub-menu com ítens secundários.

No meu arquivo YML (_config.yml) é assim:

header_pages:
- textos.md
- archive.md

Mas eu gostaria, por ex., que o link da página "textos" abrisse um sub-menu, mas não sei que configuração colocar. Alguma luz?

@raissa @raissa Por ex. (é reabrir o livro e achar aquela passagem estranha, que não pareceria ser questão de estilo),

> "Muitos outros, contudo, oferecem-nos seus leitos paralelos nesses jogos amorosos, nas cadeias em fuso desse campo de linguagem" (Outros Escritos, p. 159).

No original:

> "Maints autres pourtant nous offrent leurs courbes parallèles en ce déduit, aux chaînes en fuseau de ce champ de langage" ([fonte](ecole-lacanienne.net/wp-conten))

Fiz uma volta imensa: por que "leitos paralelos" e "jogos amorosos"? Pode ser que, para a edição dos Outros Escritos, a redação tenha sido alterada. Isso justificaria, por ex., uma nota do tradutor para isso.

Sem ela, fiz uma volta imensa, e a única associação plausível que encontrei foi a de *O simbólico, o imaginário e o real* que associa o exemplo que Lacan utilizara a pouco (ele estava falando da senha como um significante que abre significados diversos daquele que denotaria imediatamente) com o da linguagem amorosa (na qual falamos "meu docinho" etc.., também dobrando as significações).

Mas olhando o original, ao menos o de 1953, sequer é isso que se menciona. Pergunta-se se a tradução poderia ser algo assim:

> "Muitos outros caminhos, entretanto, nos oferecem suas curvas paralelas nessa dedução, nas cadeias em fuso desse campo de linguagem"

@raissa Pois é, Raíssa, há muitas questões atravessadas nisso, né?

Por ex., eu não sou lacaniano, mas estou achando um terreno bastante difícil esse da leitura do Lacan, e não devido exatamente ao autor. Lacan gosta de distribuir referências e alusões no texto e não se sabe sempre a quais sujeitos as palavras se referem, há muita referência cruzada (com seus y, en etc.), sem contar ainda as palavras masculinas e femininas, as atribuições à platéia... Sem um trabalho cuidadoso do tradutor em referenciar as idéias a seus devidos lugares, por vezes não se sabe se um termo se dirige à platéia ou a algum termo dito lá atrás, sem contar que os significados das palavras resvalam e nem sempre a palavra mais transparente é a melhor para traduzir a idéia. O resultado, nisso, é que a tradução pode até ser formalmente correta, mas vira uma salada ou um labirinto que não é aquele da retórica do Lacan.

Isso tudo, ao fim, pode gerar leituras bastante, digamos, inesperadas. Mas tudo poderia ser contornado com um cotejo básico que situe o leitor.

@lgrando1@sciencemastodon.com belo empreendimento! Mas os toots buscáveis são restritos aos ultimos meses?

The Husserlian Mind (routledge.com/The-Husserlian-M ), edited by Hanne Jacobs, is an outstanding reference source to the full range of 's . Forty chapters by a team of international contributors are divided into seven clear parts covering the following areas:

- major works
- phenomenological method
- of consciousness
-
- and social and political philosophy
- philosophy of
-

Indígena - Eduardo Viveiros de Castro

O texto também saiu em A Terra é Redonda

"Dar-se conta de que somos todos indígenas — exceto aqueles que não o são — é juntar-se à luta por uma retomada da Terra pela terra, parcela por parcela, lugar por lugar, zona por zona"

aterraeredonda.com.br/indigena

The Kantian Mind (org. Sorin Baiasu and Mark Timmons) is an outstanding guide and reference source to Kant's thought and a major new publication in Kant scholarship. Comprising forty-five chapters by a stellar team of contributors, the collection is divided into four clear parts:

- Background to the
- Philosophy (Critique and Doctrine)
- Posthumous Writings and Lectures
- and .

routledge.com/The-Kantian-Mind

@raissa Sim... e as minhas questões com tradução são recorrentes [um exemplo](askesis.hypotheses.org/3679)

> "Gosto de evitar concessões à covardia. Não se pode saber aonde se chega por esse caminho; primeiro cedemos nas palavras, e depois, pouco a pouco também na própria coisa."

, Psicologia das Massas e Análise do Eu, ed. Autentica p. 164

@helenfernanda @raissa

E há também uma complicaçao que é a da tradução. Muita coisa no Lacan é traduzida de forma ambígua, equívoca, criando novas camadas de dificuldade que não se oferecem ao leitor nativo e muitos tradutores não facilitam ao leitor.

Vivemos dias nos quais as pessoas estão acostumadas a "cancelar" outras pessoas, mas são incapazes de cancelar redes sociais que as engajam com conteúdos fascistas e de ódio.

N'outros tempos isso seria chamado de homologia estrutural.

Belo texto sobre o método

O Método Zettelkasten de anotar

Link: delchibruce.com/o-metodo-zette

Há diversos aplicativos disponíveis sobre esse método. Meus preferidos são o @zettlr e, o que não segue exatamente o método, o @zotero

@lgrando1@sciencemastodon.com Não é mesmo? E há uma economia inteira de compensações, até de "elegância bem humorada", em torno dos atrasos

Reunião é um exemplo clássico da produtividade do brasileiro, cordialidade em estado puro ("homem cordial" = cordis, sobrepor o coração à razão, o privado ao público).

Marcamos um horário? Então haverá atraso. E o tempo perdido no jeitinho do atraso será duplicado para compensar, no prolongamento da reunião, o meu atraso. É um jogo perde-perde.

E mais: o tempo duplicado que eu usei para atrasar + compensar o meu atraso será multiplicado pelo tempo que cada um dos outros perderá com meu atraso (isso se ele não atrasou também).

É uma conta de perda de tempo que vai aumentando exponencialmente.

Um exemplinho bobo, mas dá para nascer um sorriso de canto de boca cada vez que alguém fala em "empreender" e "produzir".

Anos atrás havia o tema de que "pobre voa", e depois do inominável esse índice representa bem em que pé estamos (e o que podemos voltar a ser).

Viajar não é artigo de rico e para ostentar estadia em lugar que sequer o brasileiro se esforçou em conhecer. Viajar é abertura de mundo e precisamos voltar a fazer isso.

Por essas e outras adoro o Fediverso. Jamais o algoritmo das bigtechs me daria esse nível de encontro.

Thomas A. Carlson  
In a fifteenth-century #Syriac poem by Ishaq #Shbadnaya, in a section naming many musical instruments, there is the unusual word ܛܪܝܢܐܘܣ (TRYN'WS, ...

@paulohrpinheiro a reforma trabalhista e da previdência, junto com essa exportação da racionalidade das redes sociais para a vida, tem criado condições insuportáveis de viver. Na sociedade de consumo, nenhum trabalhador sabe como terminará a vida, e se terminará um futuro próximo empregado ou não.

Comprei uma seleção das obras de Emerson da *Viking Press* de 1946.

Ele contém uma assinatura de 1947, por Lourenço Branco, provavelmente seu primeiro dono. Lourenço Branco foi médico veterinário e prof. da UFPR, intelectual residente em Curitiba desde 1945 (estudioso atento do Positivismo e também do neopitagorismo) e vindo do RS. Faleceu em 1962. Tem uma praça curitibana em sua homenagem.

A edição é linda, *The Portable Emerson*, com boa parte de seus escritos.

Show older
CleverLibre Social

CleverLibre Social is an inclusive social instance for open discussion, learning, and community.
All cultures welcome.
Hate speech and harassment strictly forbidden.