'Na forma, ao apontar deficiências no processo de privatização – quando, por exemplo, refere que a avaliação prévia da empresa deveria ter sido feita antes. No conteúdo, ao deixar preto no branco para memória futura duas conclusões bastante duras: a privatização “não salvaguardou o interesse público” e, além disso, traduziu-se na “concessão de um monopólio fechado por 50 anos num sector estratégico para a economia”.
https://www.publico.pt/2024/01/05/opiniao/editorial/ana-manual-nao-privatizar-2075893