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“Estamos desamparados”, qualifica uma bolseira de 41 anos ouvida pelo PÚBLICO. Pediu a prorrogação da bolsa em Setembro de 2023 e não recebe desde Novembro. Gastou boa parte das poupanças a colmatar as despesas que tem e já teve de renegociar o crédito à habitação para acomodar a ausência de salário. “Não tenho outra fonte de rendimento”, diz.'

publico.pt/2024/02/14/ciencia/

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